A família do jovem congolês morto na última segunda-feira (24) no Rio de Janeiro pede uma apuração rigorosa do assassinato. Moïse Kabamgabe, de 25 anos, foi espancado por um grupo de homens com pedaços de pau. O jovem nasceu no Congo, em África, e trabalhava em um quiosque no Posto 8 da capital fluminense, na Barra da Tijuca. Segundo a família, Moïse foi cobrar do dono do quiosque o valor que ele devia pelo trabalho quando foi espancado.
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