Vizinho que matou bancária tinha “admiração não correspondida” por ela

O homem de 21 anos preso na noite de ontem (25), após confessar que matou Aline Cristina Giamogeschi, de 31 anos, disse à polícia ter uma admiração não correspondida por ela. Eles eram vizinhos e o homem conhecia a rotina da vítima.

O corpo de Aline foi encontrado pelo irmão dela, no domingo (23) sem vida e nua dentro da casa onde morava em Registro, na região do Vale do Ribeira, interior de São Paulo. Segundo relatos, a família passou a desconfiar de algo após dias sem contato com a bancária.

De acordo com o delegado, Aline foi morta por asfixia mecânica, um tipo de estrangulamento. O suspeito já havia sido ouvido pelas autoridades, mas mentiu. Depois, ao ser confrontado com elementos da investigação, confessou o crime “detalhadamente”.

Anteriormente, o delegado havia dito ao Metrópoles que o caso estava sendo investigado como homicídio qualificado e um possível estupro. A confirmação de violência sexual deve acontecer após os laudos médicos.

Fonte: Metrópoles