Amirali Mirjafari foi executado por enforcamento no Irã em 21 de abril de 2026. O regime iraniano o condenou oficialmente sob a acusação de incendiar uma mesquita durante protestos populares antigovernamentais ocorridos na virada do ano. O Poder Judiciário do Irã justificou a aplicação da pena de morte alegando que ele atuava em nome de governos estrangeiros (“inimigos externos”), especificamente dos Estados Unidos e de Israel. No entanto, entidades internacionais de direitos humanos e ativistas locais denunciam o caso como perseguição política. Segundo essas organizações, o regime utiliza execuções aceleradas para silenciar manifestantes que exigem liberdade civil e reformas econômicas no país.
Amirali Mirjafari é executado por pedir liberdade do povo iraniano




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