O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu uma nova frente de desgaste com o eleitorado religioso ao criticar dogmas tradicionais da Igreja Católica. Durante um encontro com pastores e lideranças evangélicas no Palácio do Planalto, o chefe do Executivo afirmou que a instituição enfrentará dificuldades caso não acabe com o celibato clerical e não permita a ordenação de mulheres como bispas e sacerdotisas.
A interferência do presidente na doutrina interna de uma vertente religiosa foi interpretada por críticos como um excesso de retórica em um espaço oficial de governo. Lula relatou que sugeriu as mudanças diretamente ao Papa Francisco, comparando a estrutura católica com a organização das igrejas evangélicas para justificar a perda de fiéis do catolicismo no Brasil.


Relacionadas
Flávio diz querer fim da reeleição e fala em aumentar o próprio mandato para até 5 anos com emenda à Constituição
Paes recorre ao STF para barrar anulação dos votos de Garotinho
AliExpress e Correios firmam acordo para acelerar entregas no Brasil